quarta-feira, 22 de julho de 2015

5 RECEITAS DE BOLOS NO POTE

Os bolos no pote estão fazendo o maior sucesso. Para um final de semana com a família, ou até mesmo com os amigos, os ingredientes são simples e fáceis no manuseio, tornando o bolo uma ótima opção para sobremesa. 

Massa:

Bolo branco leve (aerado)
  • 8 ovos
  • 2 xícaras de açúcar cristal
  • 2 xícaras de chá de leite 
  • 1/4 xícara de óleo
  • 3 colheres de sopa de margarina de boa qualidade (ela que deixa a massa saborosa)
  • 4 xícaras de farinha de trigo sem fermento
  • 2 colheres de sopa de fermento (Uso Dr. Oetker)
  • 1 pitadinha de sal

  1. Bata os ovos com o açúcar, até obter um creme fofo e claro. Desligue a batedeira e acrescente aos poucos os ingredientes secos (peneirados),misture delicadamente com um fouet, ferva o leite, óleo e a margarina. Quando ferver, despeje delicadamente na massa e misture com um fouet.
  2. Unte uma assadeira retangular com margarina e farinha de trigo.
  3. Asse em forno baixo/médio, por aproximadamente 30 minutos (depende do seu forno). Quando ficar dourado, enfiar uma faca e sair limpa, desligue.


RENDIMENTO

A massa rende aproximadamente 50/60 bolinhos, depende da sua montagem. Se montar em discos com 1 de espessura, vai dar mais ou menos 50/60, se desconstruir o bolo, vai render uns 80/100 bolos de pote.



RECHEIOS E COBERTURAS

receitas bolo no pote para vender

Os recheios não têm segredo, apenas, dedicação e pesquisa.
Ou seja, quando for fazer determinado recheio, pesquisem! Busquem no site do produto, o que diz nos ingredientes. Não é tão simples assim, fazer brigadeiro e dizer que é diamante negro, ou fazer um brigadeiro branco, picar bombons e dizer que é sonho de valsa e por aí vai.

Leiam o rótulo do produto, tente ao máximo agregar valor aos recheios.

Praticamente todos recheios de tortas, bolos e etc, podem ser utilizados nos bolos de potes, basta deixa-los mais cremosos.


A massa do bolo, o ideal é uma massa mais leve, mas, se quiserem usar massa amanteigada, sem problemas. Vai da opção de cada um.


Coberturas: Sempre utilizo o mesmo recheio como cobertura.


O "açúcar", tenham cuidado, pois é um bolo bem recheado, então usem pouco açúcar na massa dos bolos, usem creme de leite ou outro espessante, para deixar o doce o menos doce possível e sempre cremoso. O mesmo serve para as caldas, sempre mais quantidade de leite e menos de leite condensado. Para equilibrar o doce.


Recheios:

> Doce de leite com ameixa 
  • 2 latas de leite condensado cozida por 40 minutos
  • 1 lata de ameixa em calda
  • 1 lata de creme de leite 
Como fazer: Pique as ameixas e agregue ao doce de leite, mexa e acrescente o creme de leite, até ficar pastoso/molinho.


> Sonho de Valsa
  • 1 Lata de leite condensado
  • 1 Caixa de creme de leite
  • 3 Bombons sonho de valsa (somente o miolo) 
  • 2 latas de leite líquido
  • 4 colheres de sopa de amido de milho
  • 1 colher de sopa de essência de baunilha branca
  • 100 gramas de amendoim triturado 
  • 100 gramas de castanha triturada

Como fazer: 
  1. Leve ao fogo o leite condensado e as oleaginosas, faça um brigadeiro cremoso. Acrescente os bombons e em seguida o creme de leite e o leite líquido já com o amido (dissolver o amido no leite). Mexa até ferver, acrescente a essência, misture e quando estiver cremoso desligue o fogo e reserve.
  2. Com o creme sonho de valsa completamente frio, bata na batedeira com 1 colher de sopa de Emustab para sorvete (Gente, UMA colher de sopa, nada de colocar mais, senão o creme fica com gosto ruim).


> Diamante Negro
  • 1 1/2 Lata de leite condensado 
  • 2 Latas de leite líquido
  • 4 Colheres de sopa de amido de milho
  • 300 gramas de chocolate amargo (AO LEITE, nobre)
  • 150 gramas de castanha de caju triturada 
  • 3 colheres de sopa de cacau 50%

Como fazer: 
  1. Faça um brigadeiro cremoso com o 1 lata de leite condensado, o chocolate amargo e o cacau, acrescente o leite líquido já com o amido (dissolver o amido no leite) e mexa até ficar pastoso.
  2. Quando estiver pastoso, acrescente a castanha e meia lata de leite condensado, mexa e desligue o fogo.


> Laka
  • 1/2 lata de creme de leite
  • 1/4 lata de leite condensado
  • 1 copo de chantilly líquido
  • 1/2 colher de sopa de Emustab para sorvete
  • 200 gramas de chocolate branco derretido
  • 200 gramas de chocolate branco ralado
  • 4 colheres de sopa de leite Ninho.


Como fazer: Na batedeira, bata o leite condensado com o creme de leite, acrescente o emustab e em seguida o chantilly. Quando obter um creme fofo, acrescente o leite em pó e o chocolate ralado. Por último, acrescente o chocolate branco derretido, bata mais um pouco (3 minutos) e desligue a batedeira.



> CALDA

A Calda que rego os bolos depende do sabor do recheio e massa, se o bolo for de doce de leite, rego com 1 colher de sopa de doce de leite e 1 copo de leite líquido (coloco na bisnaga e agito).
Se for de Laka e sonho de valsa, rego com leite líquido (em pó, só utilizo leite em pó, acho mais saboroso e forte)

Diamante negro rego com 1 colher de sopa de leite condensado e 1 colher de sopa de cacau (coloco na bisnaga e agito)



> MONTAGEM

A montagem fica ao critério, vocês podem fazer discos com a massa do bolo ou "farelos", farelos grandes, Ok? Se moer o bolo muito, quando regar, vira papa!


Fonte: Amando Cozinhar

terça-feira, 14 de julho de 2015

Salgado do Dia: Hambúrguer

O hambúrguer (do inglês hamburger), também conhecido como hamburgo e hamburguesa, é uma espécie de carne (quase sempre bovina, mas ocasionalmente de frango ou de soja) moída, temperada com cebola, salsa, mostarda etc., ligada com ovo, moldada em formato circular e frita. No entanto, por ser, geralmente, servido entre duas metades de pão, formando um sanduíche, é este, por extensão, o seu significado mais comum. Pode ser acompanhado por condimentos e outros ingredientes também colocados dentro do pão, como cebola, alface, tomate, ketchup, queijo fatiado, bacon etc. O hambúrguer é um sanduíche popular em quase todo o mundo, sendo vendido por grandes franquias multinacionais.
O hambúrguer, apesar de tido e havido como uma instituição norte-americana, chegou a esse país pelas mãos de imigrantes alemães vindos dos arredores de Hamburgo. A história deste bife de carne moída teria iniciado no fim do século XVII, quando tribos nômades da Ásia Ocidental desenvolveram a técnica de temperar a carne bovina, finamente picada, a fim de evitar seu perecimento. A iguaria teve bastante aceitação, uma vez que dispensava o manuseio do fogo nos acampamentos.

O uso de carne moída para fazer um bife arredondado a ser grelhado ou frito tem seus primeiros registros na Europa, mais especificamente na região dos Bálcãs e oeste da Turquia no início do século XIX. Era chamado de pljieskávica, ainda existindo hoje a iguaria com esse nome na região. Teria sido criado por um anônimo cozinheiro que queria usar carnes menos nobres trituradas para que fossem mais mastigáveis. Marinheiros alemães que faziam a rota do Báltico conheceram a receita, porém torceram o nariz para a carne crua. Levaram, então, a ideia para casa, mas passaram a cozinhar a carne. O sucesso foi tal que, rapidamente, virou um prato típico da culinária alemã.

No século XIX, quando a América recebia grande quantidade de imigrantes, os navegadores que partiam da cidade alemã de Hamburgo traziam a tradicional receita, que recebeu o nome de hamburg style steak (bife ao estilo hamburguês). Os americanos aperfeiçoaram a receita, acrescentando o pão. Hoje, o hambúrguer é um ícone da culinária americana. Em 1836, no restaurante Del Monico's, em Nova Iorque, o hambúrguer ganhou, pela primeira vez, estatuto de iguaria e passou a constar no cardápio - entre duas fatias de pão, já em formato de sanduíche.
A introdução do hambúrguer nos costumes do brasileiro deve-se ao americano Robert Falkenburg, campeão de tênis em Wimbledon, que abriu, em 1952, na cidade do Rio de Janeiro, a primeira lanchonete em estilo americano da cidade: o Bob's. Junto com o hambúrguer, a lanchonete também foi responsável pela introdução na cidade de duas outras típicas iguarias da culinária dos Estados Unidos: o milk shake e o sundae. A lanchonete passou a fazer parte da crônica social do Rio de Janeiro e do Brasil, sendo frequentada por celebridades da época, como o compositor Villa Lobos, o músico de jazz Booker Pittman, entre muitos outros.
O sanduíche que nasceu no lombo de um cavalo popularizou-se bastante, tendo caído no gosto das mais diversas culturas. Países com costumes diferentes têm adotado o hábito do hambúrguer com adaptações para os costumes locais. Na Índia, por exemplo, utiliza-se carne de carneiro no lugar da bovina. Nas regiões onde a religião muçulmana é predominante, uma rede de lanchonetes projeta suas lojas com salões separados para mulheres solteiras e famílias, cada um com caixas para pagamento e pedido para que não haja encontros não permitidos pelos costumes. E, quatro vezes por dia, as lojas cessam as atividades para dar lugar ao momento da prece obrigatória, a salá.

Há, também, variações no tipo e qualidade de carne utilizados: hambúrguer de picanha, de fraldinha, de frango, de peru, de peixe, de soja, entre outros.
Durante o período pós-guerra, o hambúrguer era muito famoso, inclusive na cultura popular. Um exemplo disso era o frequente aparecimento de hambúrgueres no quadrinho Popeye de E. C. Segar, cujo protagonista era o Marinho Popeye, que comia espinafre para sustentar sua força sobre-humana; sua primeira aparição, contudo, foi como personagem coadjuvante em 17 de janeiro de 1929 ao lado de outros personagens, incluindo J. Wellington Wimpy (muitas vezes abreviado para apenas "Wimpy" e conhecido no Brasil como Dudu), um guloso educado que era apaixonado por hambúrgueres. Sua frase marcante, "Pagarei com prazer na terça por um hambúrguer hoje!" (em inglês: I'll gladly pay you tomorrow for a hamburger today) tornou-se famosa. Durante o auge de sua popularidade nos anos 1930, Dudu passou uma imagem de que os hambúrgueres eram saudáveis para a juventude da época, e sua fama resultou na criação de uma cadeia de restaurantes fast food chamada Wimpy a sua homenagem, que vendia hambúrgueres por dez centavos.

Logo, muitos outros personagens de ficção ficaram associados ao hambúrguer, como o Ronald McDonald, um palhaço desenhado por Willard Scott que surgiu pela primeira vez na televisão americana em 1963, e tornou-se famoso. Na década de 1960, o hambúrguer era citado em quadrinhos underground como o Zap Comix#2 do desenhista Robert Crumb, onde havia um personagem chamado "Hamburger Hi-Jinx". No final dessa década, a arte pop utilizou o hambúrguer como elemento artístico, em trabalhos de Andy Warhol (Dual Hamburger), Claes Oldenburg (Floor Burger), Mel Ramos (Vinaburger, 1965), e mais recentemente, David LaChapelle (Death by Hamburger, 2002).

A nave estelar conhecida como Millennium Falcon, projetada por George Lucas para o Star Wars, foi baseada num formato de hambúrguer. Outras mídias também fazem ou fizeram frequentes aparições ou citações de hambúrgueres, como o jogo BurgerTime de 1982.

Tabela Nutricional: (Porção 80g)

Valor energético176.0kcal = 739kj9%
Carboidratos2,9g1%
Proteínas14,0g19%
Gorduras totais12,0g22%
Gorduras saturadas2,0g9%
Gorduras Trans0,0g-
Fibra alimentar3,7g15%
Cálcio62,0mg6%
Colesterol0,7mg-
Ferro2,3mg16%
Sódio653,0mg27%
* % Valores diários com base em uma dieta de 2.000 Kcal ou 8.400kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Salgado do Dia: Croquete

        O croquete é um tipo de salgado ou acepipe recheado de carne desfiada, normalmente bovina, mas pode ser preparado com aves ou peixes. Muito popular no Brasil e em Portugal, de origem provavelmente holandesa é encontrado em suas variações em vários lugares do mundo. São encontradas receitas com carne moída, frango, camarão, bacalhau, sardinha, atum, salmão, entre outros. Também são encontradas variações com queijo e vegetais como aspargos, batata e cenoura.
         O croquete, no original kroketten em alemão, ou croquette em inglês e francês, foi uma invenção holandesa, introduzida nos Países Baixos no começo do século XX pelo padeiro Kwekkeboom, holandês que viveu na França. Em 1909 ele chegou a receita de croquete recheado, adaptado dos bolinhos franceses que usavam todos os tipos de recheio. Kwekkeboom introduziu o novo croquete no seu país recheado com carne de boa qualidade. Com o tempo, o croquete tornou-se extremamente popular.

Croquetes em outros países

  • Bangladesh: similar ao alu-tikki indiano, o alu-chop é um croquete recheado de batatas servido como aperitivo. Além do recheio de batatas, também é encontrado um tipo feito de carne.
  • Brasil: são típicos os croquetes de carne, mas também são encontrados de frango e camarão.
  • Cuba: normalmente feitos com presunto, porco ou frango (ou mesmo um misto dos três anteriores).
  • Espanha: são típicos os croquetes de frango.
  • Filipinas: chamado de croqueta é um prato trazido com a colonização espanhola, a receita local do croquete é com recheio de purê de batatas, carne bovina ou de peixe picada.
  • Hungria: Krokett é um pequeno bolinho cilíndrico similar à receita tcheca.
  • Índia: pode-se encontrar um croquete chamado alu-tikki, norte. Algumas vezes é chamado de cutlet e é usado como variação de hambúrguer vegetariano em redes de fast-food.
  • Indonésia: o kroket é um item popular do cardápio local introduza durante a colonização holandesa.
  • Japão: uma variação do croquete é chamada de korokke. É bastante comum e pode ser preparado com batatas e outros vegetais (cebola ou cenoura), com uma pequena quantidade de carne suína ou bovina. A versão cilíndrica do korokke também é servida, neste caso com recheios típicos de caranguejo ou frango.
  • México: tipicamente são preparados com atum e batatas.
  • Portugal: tipicamente são preparados com carne bovina desfiada.
  • República Tcheca: o krokety é um pequeno bolinho feito com batatas, ovos, farinha e manteiga, fritas em óleo quente.

Tabela Nutricional: (Porção 100g)
* % Valores diários com base em uma dieta de 2.000 Kcal ou 8.400kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades.

domingo, 12 de julho de 2015

Salgado do Dia: Pizza (Mini Pizza)

Pizza (também grafada piza em Portugal) é uma preparação culinária que consiste em um disco de massa fermentada de farinha de trigo, coberto com molho de tomate e os ingredientes variados que normalmente incluem algum tipo de queijo, carnes preparadas ou defumadas e ervas, normalmente orégano ou Manjericão, tudo assado em forno.
A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os primeiros foram os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular e do fato ser considerada tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5 000 anos. A massa era chamada de "pão de abraão", era muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de piscea.
Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e, por causa das cruzadas, essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo, em seguida, incrementada, dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva, comuns no cotidiano da região, eram os ingredientes típicos da pizza. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado à Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época, a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.
pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surgiu o termopicea, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea" indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome", principalmente a da parte mais pobre da população. Normalmente, a massa de pão recebia, como sua cobertura, toucinho, peixes fritos e queijo.
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e, hoje, pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se, logo em seguida, parte da cultura deste país. Desde 1985, comemora-se o dia da pizza no dia 10 de julho.
Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas' começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, escrito por Geraldo Sesso Jr., o napolitano Carmino Corvino, o dom Carmenielo, dono da já extinta Cantina Santa Genoveva, instalada na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, inaugurada em 1910, passou a oferecer as primeiras pizzas da cidade.
Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas, à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.

Tabela Nutricional: (Porção 100g)
Calorias (valor energético)191,7 kcal9,59 %
Pontos*6-
Carboidratos17,43 g5,81 %
Proteínas8,72 g11,63 %
Gorduras totais9,85 g17,91 %
Gorduras saturadas4,47 g20,32 %
Fibra alimentar1,46 g5,84 %
Sódio301,75 mg12,57 %
(*) % Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

sábado, 11 de julho de 2015

Salgado do Dia: Uma dobradinha das Arábias

Em bares, lanchonetes, carrinhos, quiosques e até restaurantes especializados, os campeões de pedido são as esfihas e quibes. Quase que obrigatórios em qualquer mesa árabe seu primeiro registro vem do Iraque e depois espalharam-se pela Síria, Líbano, Israel, Egito e Jordânia, onde foram levados por imigrantes e se tornaram muito populares. Junto com outros pratos tradicionais como o tabule, hommus e outros, eles são encontrados tanto em banquetes como em refeições triviais. E existem muitas lendas e histórias em volta deles.

A esfiha é uma pequena torta redonda, feita de massa de pão, assada, com uma camada de carne moída em cima, mas que depois recebeu muitas outras variações como queijo, escarola, frango, etc.

Muitos consideram a “pizza” italiana como derivada da esfiha.

Uma historia relacionada à cozinha do Oriente Médio Antigo conta que os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola no pão, em forma de disco (pão sírio) no que seria o antecessor da esfiha.

Com o advento das Cruzadas, essa prática chegou à Itália, pelo porto de Nápoles. Lá os italianos substituíram a carne por queijo e mais tarde adicionaram o tomate. Daí nasceu a pizza.

Como sua cultura é milenar e dizem que a civilização iniciou-se na região da Mesopotâmia, atual Iraque, quando comemos um quibe, é possível que estejamos repetindo um ato que acontecia desde antes de Cristo.
Além disso, os Árabes se espalharam por várias regiões. Do Oriente Médio até o Norte da África, depois para a Europa e o resto do mundo. Eles espalharam seus conhecimentos, sua cultura e culinária. Por isso, pode-se encontrar o mesmo quibe em várias regiões do mundo, inclusive no Brasil. Às vezes com diferentes características.

Em geral, quibe ou ‘kibbeh’ significa bola. Por este motivo podemos achar bolinhas feitas de arroz ou as tradicionais com trigo e carne. Podem ser servidos assados, crus, fritos, na bandeja ou até cozidos. Uma das variações, feita com tomate e temperos, é de origem assíria.

Na América do Sul, o quibe se tornou muito famoso e foi transformado o seu formato: redondo, achatado, comprido, com uma ponta, com duas pontas etc.

Em certos noivados, é costume, como brincadeira, instituir como regra que, se o noivo encontrar um quibe sem recheio terá direito a ganhar um beijo da noiva. E naturalmente se faz de tudo para que ele o encontre.

Portanto, essas duas delícias são apreciadas há muitos séculos e nunca caíram em desgraça. Pelo contrário, foram adquirindo mais e mais adeptos.

Tabela Nutricional: (Porção 100g)


Esfiha% VD (*)
Calorias (valor energético)229,3 kcal11,47 %
Pontos*7-
Carboidratos31,19 g10,4 %
Proteínas9,8 g13,07 %
Gorduras totais7,07 g12,86 %
Gorduras saturadas2 g9,09 %
Fibra alimentar2,3 g9,18 %
Sódio290,52 mg12,11 %
(*) % Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.


Tabela Nutricional: (Porção 100g)

Kibe% VD (*)
Calorias (valor energético)26,97 kcal1,35 %
Pontos*1-
Carboidratos2,36 g0,79 %
Proteínas1,97 g2,62 %
Gorduras totais1,94 g3,52 %
Gorduras saturadas0 g0 %
Fibra alimentar1,43 g5,7 %
Sódio0 mg0 %
(*) % Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.